Baseado na obra de Stephen King, ‘Cemitério Maldito’ ganha trailer e cartaz inéditos

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A Paramount Pictures acaba de divulgar o trailer e o cartaz do filme Cemitério Maldito (Pet Sematary), dirigido por Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, que estreia dia 4 de abril de 2019.

Fãs de King, o roteirista Jeff Buhler e os diretores acreditam que o livro “O Cemitério” é o melhor trabalho do escritor de todos os tempos. “Stephen King foi um daqueles caras como J.R.R. Tolkien, os quais comecei a ler aos 11 ou 12 anos. Já havia lido diversos livros dele até então, mas não li O Cemitério porque lembrei que no verso da edição de bolso do livro estava escrito: ‘o livro mais assustador que ele jamais escreveu!’. E eu tinha um gato, e tudo relacionado ao livro sempre me assustava. Havia algo diferente sobre O Cemitério. Tive uma reação bastante inesquecível ao livro. Ele se destacava. Ele parecia ser mais perigoso do que seus outros livros”, revela Widmyer.

– Toda nossa intenção com o filme é fazer com que as pessoas pensem. Fazer um filme que irá assustar os adolescentes porque é sobrenatural e tem personagens clássicos como Pascow e Zelda. Mas também algo que assustará os pais, devido ao que acontece no filme. Cemitério Maldito realmente sempre funcionou nestes dois níveis. É um filme bastante maduro e psicológico. Ele é sobre a emoção humana tanto quando sobre os sustos e o terror – completa Kölsch.

Para o produtor Lorenzo di Bonaventura, que já supervisionou mais de 80 adaptações de livros para cinema, incluindo outra obra de King, o trabalho do autor vai além do terror. “A razão de estar fazendo um filme baseado no livro de Stephen King é porque ele é sobre algo que não é terror, que é a ligação emocional entre um adulto e seu filho. Aquela dúvida sobre ‘até onde você iria para ver seu filho novamente?’ ou ‘até onde você iria para proteger seu filho?’. Foi por isso que Stephen King escreveu ‘O Cemitério’ e não o entregou para seu editor durante três anos. Porque ele estava assombrado com o livro. E eu ainda acho o livro profundamente assustador nos dias de hoje. Ele é primordial”.

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